Miley Cyrus acredita que performance no VMA 2013 foi uma “mudança cultural”

Capa da nova edição da revista Wonderland, Miley Cyrus voltou a falar sobre sua infame performance no VMA 2013, quando cantou “We Can’t Stop” e dançou “Blurred Lines” com Robin
Thicke. “Não foi apenas uma mudança cultural, mas mudou minha vida e minha carreira para sempre”, pontua a artista americana.

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Segundo Miley, aquela apresentação a inspirou a abrir sua própria fundação beneficente. Ela explica seu raciocínio: “me inspirou a usar minha plataforma para algo muito maior. Se o mundo vai focar em mim e no que estou fazendo, que seja então impactante e ótimo. Isso m encorajou a me engajar mais, o que depois me levou a começar minha própria organização, que é a Fundação Happy Hippie. Ela é dedicada a combater a injustiça com as populações vulneráveis”.
Na entrevista, a cantora também falou sobre seu desinteresse por se dedicar a trabalhos como atriz. “Meu desvio de atenção não ama a ideia de se focar e estar em um projeto por tantos meses, especialmente sendo um personagem e não podendo ser eu mesma por tanto tempo. Eu mergulho fundo nos personagens quando atuo, assim como faço com a música. Então é difícil para mim me relacionar – até mesmo com minha família e meus amigos – porque estou aprofundada no papel. Por isso, por enquanto, estou muito contente onde estou. Dar vida a outra pessoa não soa tão divertido para mim”, comentou.

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