Conhecido como Justin Bieber do funk, MC Gui tem um ano de carreira e
engatinhando na música já se deparou com uma grande tragédia: a morte
de MC Daleste, a primeira pessoa que deu oportunidade para Gui no funk.
Segundo o cantor de 15 anos, o primeiro palco que ele cantou foi no show dos MCs Danado e Daleste.
— A gente fez amizade e ele me chamou para cantar com ele. Viajamos para Floripa por dois dias e nos aproximamos bastante.
A morte do amigo abalou o mundo do funk e levantou uma questão que até então ninguém se atentou: a de falta de segurança. Gui diz que ficou com medo após a tragédia.
— Falta muita coisa, quando não é funk tem tudo, quando é não tem nada. Só tem o público e o som, pouco segurança, que está lá muito louco. É o momento para pedir o que deve ter na balada. Tem que ter ambulância, policia e tudo. Eu fiquei com medo depois da morte do Daleste.
Acompanhando Gui na entrevista na Record, a mãe Cláudia afirma que a partir de agora ele vai passar a usar colete à prova de balas nos shows abertos. O pai Rogério confirma que a preocupação triplicou depois da tragédia com o Daleste.
— Contratamos um policial militar para estar nos shows. Onde o Daleste morreu, o Gui já cantou três vezes e a gente nunca pensou que pudesse acontecer alguma coisa como foi com ele. A gente não se preocupava.
Segundo o pai, Gui se apresentou no local da morte do MC duas semanas antes e uma semana depois da fatalidade.
— Foi o melhor público, o melhor show em um ano de carreira. O público lá é muito fervoroso. A gente quase não conseguia sair de lá.
Segundo os pais, um clube de Itu contratou o show de Gui e a prefeitura da cidade para liberar o alvará exigiu que a produção do MC Gui leve cinco seguranças. Para Cláudia, o começo de uma mudança no cenário.
— Claro que é triste pela morte, mas agora o bom é que as pessoas vão levar o funk mais a sério, vai ter mais segurança. Agora, os shows do Gui só são vendidos em locais fechado e os abertos, exigimos segurança no palco, na entrada, para entrar e sair com ele e exigindo tudo que a gente não se preocupava.
Segundo o cantor de 15 anos, o primeiro palco que ele cantou foi no show dos MCs Danado e Daleste.
— A gente fez amizade e ele me chamou para cantar com ele. Viajamos para Floripa por dois dias e nos aproximamos bastante.
A morte do amigo abalou o mundo do funk e levantou uma questão que até então ninguém se atentou: a de falta de segurança. Gui diz que ficou com medo após a tragédia.
— Falta muita coisa, quando não é funk tem tudo, quando é não tem nada. Só tem o público e o som, pouco segurança, que está lá muito louco. É o momento para pedir o que deve ter na balada. Tem que ter ambulância, policia e tudo. Eu fiquei com medo depois da morte do Daleste.
Acompanhando Gui na entrevista na Record, a mãe Cláudia afirma que a partir de agora ele vai passar a usar colete à prova de balas nos shows abertos. O pai Rogério confirma que a preocupação triplicou depois da tragédia com o Daleste.
— Contratamos um policial militar para estar nos shows. Onde o Daleste morreu, o Gui já cantou três vezes e a gente nunca pensou que pudesse acontecer alguma coisa como foi com ele. A gente não se preocupava.
Segundo o pai, Gui se apresentou no local da morte do MC duas semanas antes e uma semana depois da fatalidade.
— Foi o melhor público, o melhor show em um ano de carreira. O público lá é muito fervoroso. A gente quase não conseguia sair de lá.
Segundo os pais, um clube de Itu contratou o show de Gui e a prefeitura da cidade para liberar o alvará exigiu que a produção do MC Gui leve cinco seguranças. Para Cláudia, o começo de uma mudança no cenário.
— Claro que é triste pela morte, mas agora o bom é que as pessoas vão levar o funk mais a sério, vai ter mais segurança. Agora, os shows do Gui só são vendidos em locais fechado e os abertos, exigimos segurança no palco, na entrada, para entrar e sair com ele e exigindo tudo que a gente não se preocupava.
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