As ruas são o verdadeiro palco de MC Magalhães. Enquanto vende balas
em Bangu, Realengo e Magalhães Bastos, no Rio de Janeiro, ele canta,
dança e recebe gritos em polvorosa, como "aê, Maga", além de buzinadas
como aplausos.
Mas para quem estava com saudade de curtir o "Rap do trabalhador", sucesso nos anos 90, o ambulante promete pegar hoje o microfone depois de sete anos e colocar, mais uma vez, na boca da galera: "Tomaram minha caixa de bombom-ô, de serenata de amor-ô. Todo mundo duro... Magalhanze".
— Sou feliz, não me falta nada, mas sinto saudade dos palcos e das pessoas cantando a minha música — comemora o MC, que faz sua reestreia no "Baile do Magalhães", criado em homenagem a ele, no Provisório Club, na Ilha.
Mas para quem estava com saudade de curtir o "Rap do trabalhador", sucesso nos anos 90, o ambulante promete pegar hoje o microfone depois de sete anos e colocar, mais uma vez, na boca da galera: "Tomaram minha caixa de bombom-ô, de serenata de amor-ô. Todo mundo duro... Magalhanze".
— Sou feliz, não me falta nada, mas sinto saudade dos palcos e das pessoas cantando a minha música — comemora o MC, que faz sua reestreia no "Baile do Magalhães", criado em homenagem a ele, no Provisório Club, na Ilha.
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