Muitos acharam loucura, mas hoje o aplaudem. Após oito anos
trabalhando no Serviço de Inteligência da Corregedoria da Polícia
Militar, onde se apura as infrações dos policiais, Eduardo Melo Corrêa,
de 34 anos, largou a farda em 2009 para se dedicar ao funk. Agora, ele
colhe os frutos com o grupo Kadu e as Gatinhas.
— Foi uma decisão difícil. Tinha uma carreira estável, mas a minha paixão era o funk. Então decidi largar a polícia e me dedicar exclusivamente a música. Me chamaram de louco, mas acho que deu certo. A resposta do público está sendo muito boa — disse Kadu.
Mas para uma pessoa a troca da PM pela música foi apoiada desde o início. Filho único, Kadu disse que a mãe, Maria da Penha Corrêa, agora respira mais aliviada.
— Minha mãe não viu problema nenhum com a saída da polícia. E eu entendi. Não é fácil para uma mãe ter um filho policial, mas graças a Deus nunca tive problema. Ela ficava bastante preocupada e hoje respira aliviada.
Na corregedoria da Polícia Militar, Kadu passou por alguns perrengues.
— Era complicado. Tive que sair muito para apurar denúncias e muitas delas eram falsas. Quando chegava no local era bem recebido pelos bandidos. Mas era a minha profissão e tudo muito arriscado.
Antes de ingressar na polícia, Kadu tentou o futebol. Atuou pelo Flamengo, mas uma lesão o retirou dos gramados. Serviu a Aeronáutica e procurando estabilidade fez o curso da PM. E olha que ele largou uma carreira super disputada: na última prova da PM, 68 mil se increveram.
Ídolos do funk como inspiração
O funk entrou na vida de Kadu muito cedo, aos 10 anos. Fã de Michael Jackson, ele se apresentava nas festas de São João de Meriti, cidade onde mora, e tem os cantores Tony Garcia e Stevie B como inspiração.
— O funk sempre esteve presente comigo. Comecei como DJ e surgiu a oportunidade de cantar. A resposta está bem legal. Acho que gostaram — brinca.
Com os sucessos "Deixa a gatinha dançar", "Ela é D&G" e "Despedida de solteiro", Kadu está estourado nas rádios. Com cinco show por semana, ele diz que o sucesso se deve ao conteúdo.
— O meu funk é o do bem. Não tem apologia ou baixaria. Quero mostrar o lado bom do funk. Uma boa produção, canções leves e com muita dança.
— Foi uma decisão difícil. Tinha uma carreira estável, mas a minha paixão era o funk. Então decidi largar a polícia e me dedicar exclusivamente a música. Me chamaram de louco, mas acho que deu certo. A resposta do público está sendo muito boa — disse Kadu.
Mas para uma pessoa a troca da PM pela música foi apoiada desde o início. Filho único, Kadu disse que a mãe, Maria da Penha Corrêa, agora respira mais aliviada.
— Minha mãe não viu problema nenhum com a saída da polícia. E eu entendi. Não é fácil para uma mãe ter um filho policial, mas graças a Deus nunca tive problema. Ela ficava bastante preocupada e hoje respira aliviada.
Na corregedoria da Polícia Militar, Kadu passou por alguns perrengues.
— Era complicado. Tive que sair muito para apurar denúncias e muitas delas eram falsas. Quando chegava no local era bem recebido pelos bandidos. Mas era a minha profissão e tudo muito arriscado.
Antes de ingressar na polícia, Kadu tentou o futebol. Atuou pelo Flamengo, mas uma lesão o retirou dos gramados. Serviu a Aeronáutica e procurando estabilidade fez o curso da PM. E olha que ele largou uma carreira super disputada: na última prova da PM, 68 mil se increveram.
Ídolos do funk como inspiração
O funk entrou na vida de Kadu muito cedo, aos 10 anos. Fã de Michael Jackson, ele se apresentava nas festas de São João de Meriti, cidade onde mora, e tem os cantores Tony Garcia e Stevie B como inspiração.
— O funk sempre esteve presente comigo. Comecei como DJ e surgiu a oportunidade de cantar. A resposta está bem legal. Acho que gostaram — brinca.
Com os sucessos "Deixa a gatinha dançar", "Ela é D&G" e "Despedida de solteiro", Kadu está estourado nas rádios. Com cinco show por semana, ele diz que o sucesso se deve ao conteúdo.
— O meu funk é o do bem. Não tem apologia ou baixaria. Quero mostrar o lado bom do funk. Uma boa produção, canções leves e com muita dança.
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